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Viva Saudável - Factores de Transferência

Factores de Transferência

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Pedro Duarte - 6632317

O QUE SÃO FACTORES DE TRANSFERÊNCIA???


 

Os Factores de Transferência são Moléculas naturais e microscópicas que residem nos corpos de todos os animais. São mensageiros que transmitem a informação imunitária sobre a presença de uma ameaça ao Sistema Imunitário,  quer seja externa ou interna, e sobre como responder adequadamente, de Célula Imunitária a Célula Imunitária. 

 

(VIDEO INFORMATIVO SOBRE Transfer factor PLUS POR EL DR. ROB  ROBERTSON ,Em espanhol.)

 

 

 

Os Factores de Transferência são produzidos pelos Linfócitos com imunidade celular. Transportam a imunidade celular (antígeno) específica do Linfócito fonte (hipersensibilidade retardada) aos Linfócitos não sensibilizados, ou virgens. Também podem incrementar a actividade de estimulação imunitária no Antígeno específico dos Linfócitos Receptores.

Os Factores de Transferência transmitem a informação imunitária (reconhecimento dos agentes patógenos e resposta imunitária adequada) através dos Factores Indutores, Supressores e Antígenos Específicos.

O Factor Indutor permite que os factores de transferência apoiem a resposta imunitária de adaptação às infecções virais, parasitas, malignidades, enfermidades bacterianas e micro bacterianas, infecções fúngicas, a perturbações auto-imunes e doenças neurológicas .Este factor pode transferir uma resposta imunológica em menos de 24 horas e eliminar ou reduzir significativamente os sintomas da doença .

Factor Supressor  que impede o sistema imunitário de reagir excessivamente, por exemplo, para o pólen e outros corpos estranhos, bem como a si mesmo como é o caso da auto-imune.

O Factor Antígeno Específico traz rótulos que são vitais para o sistema imunitário identificar os micróbios e células estranhas

Os Factores de Transferência encontram-se nos mais primitivos sistemas imunitários. Por si só, os Factores Indutores e Supressores dos Factores de Transferência são universais e podem transferir imunidade, cruzando a barreira das espécies. Consequentemente, os Factores de Transferência de uma vaca pode conferir imunidade a uma pessoa. O factor imunidade Antígeno-Específico pode ser transmitido entre as espécies em que há sobreposição entre os Antígenos Específicos de agentes patogénicos, tais como a Varíola , a Escherichia coli, etc.

 

O SISTEMA IMUNITÁRIO

Componentes do sistema imunitario: Órgãos e células
Muitos órgãos no nosso corpo cumprem um papel essencial no  desenvolvimento e  estrutura  do  sistema  imunitário, entre  eles,  a  Medula  Óssea, o  Timo,  os Nódulos  Linfáticos,  o  Baço,  as  Amígdalas,  as  Amígdalas  Faríngeas,  e  o Apêndice. Estes  órgãos  são  responsaveis  pelo crescimento, desenvolvimento e funcionamento dos Linfócitos, os Glóbulos Brancos que são os "trabalhadores" chave  do  Sistema  Imunitário.  Os  principais  Linfócitos  são  os  Linfócitos  B, Linfócitos  T,  os  Linfócitos  Citolíticos  Naturais, os  Macrófagos  e  as  Células Dendríticas. Cada um tem um papel específico em manter a saúde de seu corpo e do seu Sistema Imunitário. 

Factores de Transferência

A Primeira resposta imunitária :  

A primeira vez que seu corpo está exposto a Vírus ou Bactérias particulares, é preciso tempo para o seu Sistema Imunitário  reconhecer organismos invasores e aprender como eliminá-los. Durante o decorrer do tempo, as Bactérias e os Vírus estão a crescer de uma forma desconhecida, aumentando assim, o tempo necessário para eliminar completamente a infecção.

 


 

 

Um corte na pele danifica as Células e permite que as Bactérias entrem no corpo, o que assinala uma resposta imunitária dos Macrófagos e outras Células Imunitárias.

 

Os mastócitos libertam substâncias químicas que causam a inflamação, permitindo a entrada de outras células imunitárias na área problemática.

 


Antes de que cheguem os reforços, os macrófagos  e outras células imunitárias já situadas começam a atacar as bactérias, a cortá-las em partes chamadas antígenos.


Estes são transportados aos nódulos linfáticos onde os macrófagos se aderem aos linfócitos B e aos linfocitos T. Os linfocitos B começam a produzir anticorpos específicamente para os antígenos ou gérmens aos quais o corpo tenha sido exposto.
Os anticorpos provocam a resposta de certas células imunitarias como são os linfocitos citolíticos naturais, os macrófagos e os linfocitos T assassinos para que envolvam e matem as células infectadas por bacterias.


Os linfocitos T ajudantes assinalam os anticorpos  os linfocitos T assassinos dirigem-se  para a ferida.

 

Enquanto  que as células imunitarias se encarregam dos gérmens, outras células chamadas plaquetas começam a curar a ferida formando coágulos para fechá-la.

 


Segunda resposta imunitaria :
 

A segunda vez que o corpo se expõe a virus ou bacterias particulares, o sistema imunitario reconhece o organismo invasor com maior rapidez e imediatamente sabe como combatê-o. Dado que o lapso de tempo destes passos é menor, a infeccção pode-se eliminar com maior rapidez. Transfer Factor activa uma segunda resposta imunitaria ao tomar emprestada  a memoria imunitaria da vaca e da galinha.

 

 




 

Linfócitos Citolíticos Naturais


Recentemente realizaram-se  investigações que descobriram características interessantes sobre os linfocitos citolíticos naturais, ou células NK. Os linfocitos citolíticos naturais oferecem a primeira defesa crucial contra os agentes infecciosos e as células enfermas. Até ao  momento, os cientístas tomavam por certo que os linfocitos citolíticos naturais vinham equipados com a capacidade de realizar seu trabalho adequadamente.

 

Na edição de Fevereiro de The Journal of Immunology (Revista Científica de Imunología), os investigadores conduzidos pelos doutores Christian Munz, Ph.D., e Guido Ferlazzo, Ph.D. da Universidade Rockefeller, publicaram dois artigos independentes que exploravam o descobrimento de que os linfocitos citolíticos naturais requerem a activação e mobilização de outra fonte para buscar e destruir as células enfermas. Estes cientistas também desenvolveram a hipótese de que a função dos linfocitos citolíticos naturais pode ser “moldada” ou “dirigida” para desempenhar a actividade específica de reforço imunitario.

 

 

História dos Factores de Transferência

 

Nos finais da década de 40, enquanto estudava a tuberculose, o Dr. H. Sherwood Lawrence determinou que uma substância num extracto de leucocitos (glóbulos blancos) tomada de um individuo que se havía recuperado da tuberculose podía ser transferido a um receptor que não havía ainda sido infectado dando uma resposta imunitaria positiva a  tuberculose. Chamou a essa substância  factores de transferência.

Pouco depois das conclusões do Dr. Lawrence, os investigadores compreenderam que os animais ofereciam uma fonte efectiva e económica das moléculas de factores de transferência.  Apesar dos factores de transferência cumprirem un papel secundário en relacão ao “milagre” dos  antibióticos, os investigadores levaram a cabo numerosos estudos para explorar a segurança e efectividade dos factores de transferência, centenas de artigos científicos  foram publicado, documentando os efeitos beneficos dos factores de transferência para a saúde inmunitária global assim como também para enfermidades específicas.

Na actualidade, diversos fabricantes oferecem factores de transferência como complementos que variam desde o calostro completo disecado até extractos concentrados de factores de transferência. Os factores de transferência que foram  extraídos e concentrados oferecem un complemento mas potente. Alguns fabricantes  combinam os factores de transferência com ingredientes adicionais que são considerados beneficos para a resposta inmunitaria.

 

Fontes de informação:
Natural Immune Booster: Transfer Factor, William J. Hennen, Ph.D., Woodland Publishing, 1998

The Super Supplement Combination for Optimal Immune Function: Enhanced Transfer Factor, William J. Hennen, Ph.D., Woodland Publishing, 2000

“A New Basis for the Immunoregulatory Activities of Transfer Factor—an Arcane Dialect in the Language of Cells,” Lawrence HS, Borkowsky W. Cell Immunol, 1983.

Dorland's Illustrated Medical Diction
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